
Nada como os seculares bons modos à mesa, né não?
Uma pinóia!
ó só: www.worldwidefred.com/zing
agosto 20, 2008
Postura é o caminho
abril 13, 2008
‘Estômago’ é o ‘Ratatouille’ da cozinha dos pobres
Apaixonado por culinária e por cinema, o diretor Marcos Jorge conta que juntou a fome e a vontade de comer ao fazer “Estômago”, seu primeiro longa-metragem de ficção, que chegou aos cinemas na sexta-feira (11). Encantado pela animação “Ratatouille”, lançada em 2007 pela Disney/Pixar, o diretor afirmou: “‘Estômago’ é o ‘Ratatouille’ da cozinha dos pobres, pois fala de boteco, coxinha e pastel”.
O filme conta a história de Raimundo Nonato (João Miguel), um nordestino que chega a Curitiba sem dinheiro, sem ter o que comer nem onde ficar, e que descobre no talento de cozinhar uma saída para seus problemas. Premiado no Festival do Rio 2007, em Rotterdam e também em Punta Del Este, o longa finalmente chega agora ao grande público brasileiro.
Em entrevista ao G1, Jorge confessa sua expectativa com a estréia, fala de gastronomia e da experiência em escrever e filmar “Estômago”. Leia, abaixo, trechos da entrevista.
G1 – Como acha que será a reação do público diante de “Estômago”?
Marcos Jorge - Estou ansioso. Não é nem pela reação do público, porque quanto a isso estou seguro, já fizemos muitas exibições. Estou mais ansioso para que o público saiba que o filme está nos cinemas, já que não temos um lançamento gigante. Exibi “Estômago” para um público vasto, em vários países, nos festivais, e percebi que ele funciona com todas as pessoas, de todas as idades. Elas saem sorrindo do cinema.
G1 – Saem sorrindo? Mesmo com um final tão pesado?
Jorge – O final é uma porrada. Você acompanhou esse herói, você gostou dele, mas ele não é o que você pensa. É um personagem muito rico, e as pessoas gostam dele apesar do que ele é. O filme é politicamente incorreto, tem vários preconceitos, mas apesar de tudo isso os personagens têm muita humanidade.
G1 – No filme, você conta histórias de duas fases da vida de Raimundo paralelamente. Como surgiu essa idéia?
Jorge - Essa é a idéia de que eu mais me orgulho. Antes de começar o roteiro, tínhamos um conto inédito, escrito pelo Lusa Silvestre. Mas já que íamos fazer um longa, tivemos que inventar mais 70%. Quando montamos a escaleta, percebi que as duas histórias ficariam melhor paralelas, e escrevemos o roteiro pensando nisso. De outra forma, todo o suspense do filme estaria perdido. É um formato muito comum no cinema moderninho, mas a maneira que usamos não foi usual.
G1 – Você cozinha?
Jorge - Vivi por 12 anos na Europa. Morei na Itália e tive que aprender a cozinhar. A Itália reverencia a comida como obra de arte, e o ritual da alimentação é muito intenso. Isso sempre me fascinou e tinha vontade de fazer um filme. A verdade é que, para fazer “Estômago”, eu juntei a fome e a vontade de comer.
G1 – Há vários filmes recentes sobre culinária. Como acha que “Estômago” se encaixa nesse meio?
Jorge - A culinária é um tema que rendeu muitos filmes e grandes clássicos do cinema. “Estômago” é o “Ratatouille” da cozinha dos pobres, pois fala de boteco, coxinha e pastel. Mas o filme tem feito muito sucesso e já foi vendido para 11 países.
G1 – Há muitos atores novos no filme. Como selecionou o elenco?
Jorge – Cada personagem teve uma história diferente. Precisava de um ator nordestino, e temos muitos, extremamente talentosos. Pensei no João Miguel, pois adoro uma participação que ele fez no filme “Cidade baixa”. Conversei com ele, queria um personagem forte e não caricato. De resto, a maioria dos papéis foi decidida por meio de testes, feitos no Rio, em São Paulo e em Curitiba. Fui atrás dos meus personagens e fui bem rigoroso. O Paulo Miklos eu convidei também. O personagem dele é uma homenagem ao que ele fez em “O invasor’, filme da retomada. Ele é safo, inteligente e um ótimo ator.
março 25, 2008
RESTAURANTE?
Ando ouvindo muita pergunta sobre o Restaurante que eu trabalho, porque eu sempre falo que é um Bistrô,qual a diferença e blá blá blá. Pois bem,até metade do século XVIII, a palavra restaurant, em francês, significava apenas e especificamente “fortificante”. O termo era aplicado a caldos e gemadas destinados a fortificar, a reparar as forças após uma doença ou um grande esforço.. Em 1765, o Sr. Boulanger , dono de uma espécie de botequim, afixou na frente de seu estabelecimento uma placa com os seguintes dizeres ” Boulanger vende restaurantes divinos” .Por seu tipo de estabelecimento, ele só podia vender caldos. Em 1786, se implanta o hábito da “mesa de hóspedes” , o que significava que os clientes poderiam passar a sentar-se à mesa do dono do estabelecimento para comer lá mesmo o prato comprado, em vez de leva-lo para casa. Entretanto, com a Revolução Francesa, tanto privilégios como corporações foram abolidos. Com isso, os donos desses estabelecimentos puderam passar a preparar e servir, eles próprios, todo tipo de comida. Desde então , o estilo de estabelecimento firmou-se na França e se espalhou por outros países.. E Bistrô nada mais é do que um “restaurante pequeno e despretensioso, típico da França, onde se servem também sorvetes e bebidas requintadas”, segundo os próprios franceses.
O lance é que brasileiro tem a mania de achar que quanto maior, melhor. Daí já não sou eu quem vai entrar nessa conversa, tem vezes que eu prefiro muito mais um hot dog.
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Listening to: Tom Waits – Ol’ ’55
março 21, 2008
Link da semana
Lógico que já fiz meu perfil por lá:
www.ifood.tv/pimponeta
Gosta de cozinhar?
Faça o seu também.
Feliz Páscoa!
março 18, 2008
Cozinha-WiFi na mochila
O Designer inglês Alex Bradley desenvolveu um protótipo de cozinha que cabe na mochila.
O mais interessante é que a “Cozinha mochila” tem WiFi e recebe as receitas da internet, facilitando a vida dos solteiros que são a principal inspiração do projeto.
A Single Person Cooker (SPC) nasceu com a demanda do concurso da Ideal Home Show do jornal britânico Daily Mail, que premia e divulga jovens designers que trabalham com cozinhas e jardins.
Veja aqui os concorrentes do evento que acontece de 14 de março a 6 de abril.
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Ache, gostei, linkei!
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Listening to: Elvis Costello And The Attractions – Let Them All Talk
janeiro 26, 2008
Coqueluche
Folheando uma revista agora a tarde achei um site cheio de tranqueira, desde presentinhos de chá-de-panela até presentinhos de chá-de-panela.Isso mesmo, desse tipo de loja lotada de coisas que tu sempre quis ganhar de presente mas nunca teria a coragem de comprar nada de lá. O que me chamou mais atenção foi isso: A máquina de fazer cachorro quente é uma ótima opção para que tem filhos ou mesmo para quem adora um cachorro quente. A Hot Dog Old Fashion é totalmente elétrica e em poucos minutos ela cozinha até 8 salsichas de uma só vez. Totalmente higiênica e fácil de limpar por possuir bandeja de resíduos e os cilindros removíveis, a Máquina possui no “toldo” um compartimento para guardar e aquecer até 6 pães ou hot dogs prontos. Esta máquina é um utensílio doméstico, com performance profissional. Também aceita salsichas extra grandes e oferece controle de temperatura e de liga/desliga. A diversão está garantida com a Hot Dog Old Fashion!!!!! 
Eis a descrição do site:
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O site é esse: www.coqueluche.com.br
Boas Compras!



